Mobilidade

Fevereiro 12, 2026 11:43 AM

A Câmara de V. N. de Gaia deve ser uma entidade reivindicadora a nível nacional e metropolitano da aposta na mobilidade e no caminho para a redução tarifária - as e os Gaienses são quem mais tempo e dinheiro gasta em deslocações diárias, devido ao trânsito e às características de mobilidade deste que é o concelho mais populoso da região norte. Portanto, tudo deveríamos fazer para fomentar o uso de transportes públicos, desde a sua melhoria em termos de frequência e cobertura geográfica, à diminuição do seu custo, para que mais pessoas escolham esse meio e assim se caminhe para uma cidade com mais qualidade de vida e de ambiente para toda a gente. Precisamos de o fazer em conjunto, para o progresso do nosso concelho.

Oliveira do Douro - V. N. Gaia
Janeiro 2, 2026 12:00 AM

A 29 de Dezembro, António Amaral representou o Bloco de Esquerda na reunião da Assembleia de Freguesia de Oliveira do Douro. Fomos reivindicativos em relação a vários temas, como a questão da greve dos assistentes operacionais das escolas e a suspensão do apoio aos passes para os idosos por parte da Câmara de Gaia.

Ligação fluvial na afurada
Novembro 13, 2025 12:00 AM

Vemos com preocupação a possibilidade deste projecto ser reduzido a “uma decisão conjunta sobre a viabilidade económico-financeira“, sendo para nós uma pobreza para a democracia: A mobilidade é um pilar fundamental para construir territórios inclusivos e sustentáveis, exigindo o compromisso das autarquias com sistemas de transporte público eficientes e acessíveis. Esta ligação é um dos passos que nos permite criar territórios inclusivos, sustentáveis e ligados entre si, servindo quem vive e trabalha na região – e não apenas quem a visita. Gaia precisa de mobilidade para todas e todos, durante todo o ano.

Opinião

Em 2014, um grupo de jovens de Gaia fez aquilo que a política gosta de elogiar nos discursos: organizou-se. Criaram o movimento Sk8Gaia, abriram uma página, lançaram uma petição e pediram algo revolucionário… um skate park.

Passaram mais de dez anos. Em todo o concelho, a resposta foi simbólica: uma rampa. Uma. Quase um monumento à escassez.