Para o Bloco de Esquerda, dinheiro público de Cultura deve servir a cultura que já existe e é da comunidade: bibliotecas de bairro com horários dignos, bolsas para artistas de Gaia, apoio às coletividades e associações que se sustentam há décadas com sócios e voluntários, e programação acessível a quem não pode pagar bilhete.
Exigimos que a Câmara torne público o custo total do Air Invictus 2026, incluindo todo o apoio indireto, e que a Cultura de Gaia volte a ser tratada como investimento permanente e não como despesa de ocasião.