Se a lógica é “não subsídios, trabalho”, então sejamos coerentes: demos às trabalhadoras da Pontual o direito legal de gerir e continuar a produção, através de cooperativa ou autogestão, com apoio do Estado ao arranque — não a patrões que dilapidam o investimento público e abandonam. É isso que décadas de luta sindical institucionalizaram na Alemanha, ter trabalhadores com lugar e voto nos conselhos de administração e direito a organizar conselhos de trabalhadores com poder real sobre a gestão. Por cá isso nem se discute.
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